Mas, felizmente, não é bem assim. Há uma saída – falar, falar muito. São as palavras que suportam o mundo, não os ombros. Sem o “porquê”, o "sim”, todos os ombros afundavam juntos. Basta uma boca aberta (ou um rabisco num papel) para salvar o universo. Portanto, meus amigos, eu insisto: falem se parar. Mesmo sem assunto.
Paulo Henriques Britto
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