quinta-feira, 19 de março de 2015


Ninguém faz poesia. Ela por si só existe e elege um canto-morada para se estabelecer. Vem um olhar cuidadoso, ou qualquer outro sentido nosso, e a arremata, dando início a uma série de suspiros. Que eu viva para isso, descobri-la, desnudá-la. Quem precisa de respostas na ponta da língua? Na minha língua quero versos e em meu peito, uma multidão deles.

Jéssica Alves

Um comentário:

Jackson disse...

Como sempre, muito bom. Linda.