Ninguém faz poesia. Ela por si só existe e elege um canto-morada para se estabelecer. Vem um olhar cuidadoso, ou qualquer outro sentido nosso, e a arremata, dando início a uma série de suspiros. Que eu viva para isso, descobri-la, desnudá-la. Quem precisa de respostas na ponta da língua? Na minha língua quero versos e em meu peito, uma multidão deles.
Jéssica Alves

Um comentário:
Como sempre, muito bom. Linda.
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