quarta-feira, 5 de novembro de 2014


Cada estrela parece uma eternidade. Quando eu era criança gostava de seguir o brilho das estrelas. E minha mãe quando era criança já seguia o brilho delas, soube que minha avó também seguia esses brilhos. A estrela que brilha já deixou de existir há anos. Um brilho morto, sem vida. As estrelas mortas estão lá porque alguém precisa delas, porque alguém decidiu que, depois de mortas, brilhariam lá em cima e decidiu que, se quisermos, poderemos ser como as estrelas.

Jéssica Alves

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